Nos últimos três anos e meio de gestão, banco de fomento investiu em empreendimentos inovadores e sustentáveis em todas as regiões do estado

 Presente em 85% dos municípios, o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), nos últimos três anos e meio, retomou o seu papel de banco de fomento, investindo em projetos que contribuem para a redução das desigualdades regionais e para o desenvolvimento socioeconômico sustentável. Entre outras iniciativas, criou linha para financiar empresas em regiões de baixo dinamismo, estimulou o financiamento às prefeituras de municípios menores, criou linha de crédito para impulsionar o empreendedorismo feminino e, ainda, ações que buscam a diversificação produtiva nas áreas de inovação e sustentabilidade.

Os resultados são expressivos, refletindo uma atuação estratégica que tem o objetivo de criar condições para o desenvolvimento em todas as regiões de Minas. O volume de recursos injetados na economia desde 2015 chegou a R$ 5,12 bilhões, gerando quase R$ 212,92 milhões em Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e estimulando mais de 101 mil empregos.

A presença do banco nos 17 territórios de desenvolvimento se dá como parceiro das micro, pequenas, médias e grandes empresas, além das prefeituras.

 Desenvolvimento regional e social

Pequenas empresas, relevantes na geração e manutenção de emprego e renda, ganharam atenção especial. O BDMG abriu condições especiais de crédito para este segmento e, desde 2015, foi desembolsado cerca de R$1,15 bilhão em financiamentos.

Nos municípios onde o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) é igual ou menor do que a média do Estado, as micro e pequenas empresas possuem uma linha de crédito diferenciada, com juros mais baixos e prazos maiores.

Mulheres priorizadas

Atento à sua missão como banco de desenvolvimento, o BDMG inovou também ao abrir uma linha de crédito específica para empresas controladas por mulheres. Segundo o presidente, é uma política de equidade, pois vários estudos mostram que, em pequenos negócios, atividades gerenciadas por mulheres apresentam resultados econômicos melhores.

Prefeituras e hospitais filantrópicos

A infraestrutura dos municípios também está na pauta social do BDMG. Desde 2015, foram R$ 476 milhões destinados às prefeituras mineiras para realização de investimentos na aquisição de máquinas, equipamentos e em obras.

Outra ação inédita até então é o Programa de Financiamento a Hospitais Filantrópicos. Desde 2016, o BDMG liberou R$ 58,3 milhões a instituições prestadoras de atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para promover a reestruturação financeira.

Sustentabilidade e inovação

O BDMG entende sustentabilidade em três dimensões: preservação do meio ambiente, inclusão social e possibilidade de desenvolvimento de novos setores, novos negócios e novas tecnologias. O banco olha a pauta de sustentabilidade não apenas como preservação, mas como pauta de desenvolvimento econômico como um todo.

Agro

Não por acaso, o segmento agro ganhou atenção especial do BDMG, com desembolsos de R$ 977,5 milhões desde 2015. Entre as principais cadeias produtivas, o destaque ficou com o leite, a cana e o café.

Inovação

O financiamento de projetos inovadores também ganhou espaço no BDMG com a soma de R$ 192 milhões nesses últimos anos. O banco também atua em Fundos de Investimentos em Participações (FIP), viabilizando empresas com alto potencial de inovação que não encontram no crédito tradicional a condição ideal para desenvolver suas atividades.

Economia criativa e a cultura

Para o BDMG, a cultura é elemento fundamental para o desenvolvimento de uma sociedade. Com esse olhar mais amplo, o banco passou a atuar no financiamento da economia criativa, considerado um importante setor em Minas Gerais com potencial cultural. Foram disponibilizados R$ 2,3 milhões pela linha Minas Criativa, reforçando o papel do BDMG no desenvolvimento econômico e social.

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