O ex-juiz Sérgio Moro discursou na última quarta-feira, 2, pela primeira vez como ministro da Justiça e da Segurança Pública. Ao ler pouco mais de sete páginas, Moro não estipulou metas para redução de homicídios, considerado por ele o pior exemplo da “violência que aterroriza a população brasileira”, repetiu objetivos de planos de segurança anteriores, como o reforço no Banco Nacional de Perfis Genéticos já pretendido e anunciado por Dilma e Temer, e apostou em mudanças que dependerá de aprovação do Congresso Nacional, como o “projeto de lei anticrime”.

 

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