Na última terça-feira (18/12), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) tornou público o resultado do Índice Geral de Cursos (IGC) referente a 2017. Este ranking é divulgado anualmente e se trata do principal indicador de qualidade do ensino superior adotado pelo Ministério da Educação (MEC). Os conceitos variam de 1 a 5, sendo que as instituições com índices 4 e 5 são consideradas excelentes. É o caso da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), que vem se mantendo com 4 pontos desde que este sistema de avaliação teve início, em 2008.

Apenas uma faculdade – Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE) – e três universidades mineiras – Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal de Viçosa (UFV) e Universidade Federal de Lavras (UFLA) – estão entre as 34 instituições brasileiras alcançaram o conceito máximo, em meio às mais de 2 mil que foram avaliadas. Isso significa que apenas 1,6% estão no topo do ranking.

Na avaliação do pró-reitor de Graduação, professor Armindo Quillici Neto, a posição obtida pela UFU é bastante positiva, tendo em vista o crescimento da instituição nos últimos anos, sobretudo com o início da oferta de vários cursos em nível de pós-graduação. “Os novos mestrados começam com nota 3, o que automaticamente puxa para baixo a nossa média no IGC. Todas as instituições que estão no patamar 5 são bem mais antigas e, por isso, já conseguiram esta consolidação que só é possível quando os programas já são ofertados há muitos anos”, esclarece.

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