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Equipe do SAMU de Gurinhatã participa de capacitação

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GURINHATÃ – Aconteceu na última semana uma Capacitação para equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU.

De acordo com a diretora do Hospital Municipal Dona Amélia Maria de Souza, Keila Amaral, a equipe do SAMU Gurinhatã, esteve no último fim de semana em Araguari, para mais um Curso de Atendimento de Alta Qualidade, com o objetivo de melhorar ainda mais os serviços prestados no atendimento ao cidadão. “Agradecemos ao prefeito Wender Luciano e à Secretaria de Saúde pelo apoio”, disse.

O Treinamento BLS/Emergência foi realizado no IMEPAC em Araguari sob a coordenação do CISTRI, responsável pelo SAMU na Região do Triângulo.

Beneficiários do Bolsa Família devem atualizar dados nas Unidades de Saúde

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A Prefeitura de Gurinhatã, por intermédio da Secretaria Municipal de Saúde está convocando todos os beneficiários, que fazem parte do Programa Bolsa Família, para a sua atualização dos dados, entre eles as medidas antropométricas, altura e peso, garantindo a continuidade do benefício.

A ação que ocorre neste momento faz parte do cumprimento de metas por parte das famílias, e que de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde devem atualizar os dados todas as crianças menores que 7 anos de idade e todas as mulheres de 14 a 45 anos de idade.

Os beneficiários devem comparecer na Unidade de Saúde (PSF) em que estão cadastrados, e devem levar os seguintes documentos: Levar RG, Cartão SUS, Caderneta de Vacinação da Criança, Caderneta da gestante e o Cartão Bolsa Família.

Cemig facilita doações a entidades filantrópicas por meio da fatura de energia

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Empatia, neste momento de crise, é essencial para que a sociedade possa se fortalecer e vencer esse período difícil. Buscando facilitar a vida dos clientes da Cemig interessados em ajudar entidades filantrópicas de Minas Gerais, a empresa está oferecendo mais comodidade e segurança no processo de autorização de doações por meio das faturas de energia elétrica. A partir de agora, basta acessar o Cemig Atende pelo site da companhia (www.cemig.com.br) e fazer a opção no campo “Doações”. Além de ser um processo mais fácil e rápido, os interessados em apoiar alguma instituição terão a segurança da legitimidade do procedimento, já que a opção será feita por meio do Portal corporativo da Cemig.

Atualmente, a companhia possui cadastradas cerca de 200 instituições sem fins lucrativos, que desenvolvem atividades de combate ao câncer, bem como casas de repouso de idosos, creches, entre outros.

Credenciamento das entidades filantrópicas na Cemig
A Cemig apenas faz a arrecadação de doações de seus clientes por meio da fatura de energia e repassa para instituições filantrópicas públicas ou privadas de assistência e interesse social, sem fins lucrativos, reconhecidas por meio de documentação. As informações estão disponíveis no site da Cemig.

Mobilidade urbana – tecnologia traz soluções para o futuro das cidades

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*Danilo Tamelini, Presidente Latam da BusUp

Atualmente, um dos principais problemas da sociedade está na mobilidade urbana, com a dificuldade de deslocamento, segurança no trânsito, qualidade dos transportes disponíveis para a população, falta de infraestrutura e na deficiência do planejamento e gestão. Porém, esses não são os únicos déficits e um dos motivos deste cenário ter prevalecido está em um contexto histórico.

O surgimento das cidades, que teve início na Mesopotâmia, e no desenvolvimento delas estava apoiada unicamente em interesses comerciais e políticos. Entretanto, do ponto de vista estético e funcional, até hoje há gargalos na infraestrutura urbana, planejamento da construção de rodovias e sistema viário, na canalização de esgoto, na distribuição de fontes naturais de água e energia, entre outros. Por isso, a tecnologia tem, hoje, um papel fundamental para as tendências que guiarão o mercado e a manutenção e desenvolvimento urbano – o que reflete no futuro das cidades e da própria mobilidade.

Segundo a Consultora Market and Markets, o mercado global das cidades inteligentes, estimado em US$410 bilhões, deve dobrar de tamanho nos próximos quatro anos, chegando a US$ 820 bilhões, em 2025. Com o setor aquecido, devemos assistir cada vez mais novas soluções do ponto de vista tecnológico, que devem trazer soluções que vão além da mobilidade, chegando a melhorar outros setores do ponto de vista da logística, sustentabilidade, segurança e gestão.

Entre os exemplos do que vem sendo desenvolvido estão o lançamento de carros movidos à energia elétrica, novos meios de transporte, aplicativos para o compartilhamento de viagens, utilização de bicicletas elétricas, contadores nos semáforos, sensores de sono para motorista, entre outros.

Já no ponto de vista das empresas, uma solução que pode ajudar a melhorar o cenário do trânsito é a do fretamento corporativo. Por mais antiga que seja a prática, há cada vez mais novas tecnologias que aperfeiçoam o seu funcionamento e dão benefícios para as cidades, para os setores de RH e também para colaboradores.

No pilar econômico para as empresas, o fretamento inteligente consegue reduzir rotas, atender mais colaboradores e reduzir custos. Um levantamento recente feito pela BusUp revelou que 25 funcionários que usam vale transporte desnecessariamente podem custar R$125 mil à empresa em um ano.

Do ponto de vista de população e acidentes no trânsito, como um ônibus é capaz de aproveitar 22% mais os espaços na cidade, a utilização do fretamento pode significar, a longo prazo, menos volume de carros para as cidades e, consequentemente, redução no índice de acidentes de trânsito e de emissão de gases. No Brasil, o transporte é o maior emissor de CO2 do setor energético, responsável por 48% do lançamento de gases poluentes na atmosfera, segundo o relatório Sistema de Estimativas de Emissões de Gases Efeito Estufa (SEEG).

Para o colaborador é possível extrair mais produtividade e é um item importante para retenção de talentos, uma vez que ele enxerga o fretamento como benefício. Um levantamento feito pela Associação Nacional dos Procuradores de Trabalho (ANPT) mostrou que, ao passar cerca de 80 minutos no deslocamento para o local de trabalho, o trabalhador tem queda de até 21% em sua produtividade.

Ao focarmos no transporte público, temos outro ponto importante que é o deslocamento em massa. Como as cidades se desenvolveram a partir de zonas centrais do que temos hoje, o transporte foi se desenvolvendo de maneira radial, ligando as zonas metropolitanas/periféricas para as zonas centrais. Atualmente, a realidade é outra, as empresas se desenvolveram para as zonas metropolitanas, porém, a malha do transporte continua igual. Com o fretamento, os transportes customizados otimizam os destinos conforme a realidade de cada empresa e a necessidade de cada colaborador, o que melhora a locomoção desde aqueles que moram nas zonas centrais, como os que moram em locais periféricos.

Para os modelos híbridos de trabalho e no mundo pós-Covid também será positivo, já que as empresas terão um cuidado ainda maior em expor o trabalhador ao transporte público. Ou seja, o tal protagonismo da tecnologia, vem, portanto, não apenas para desenvolver as cidades e melhorar gargalos, mas também para aperfeiçoar todas aquelas soluções que já existem dentro delas.

49% dos cigarros comercializados no Brasil são ilegais

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Nova pesquisa do Ibope Inteligência/Ipec aponta que, em 2020, ano marcado pelo enfrentamento da pandemia da COVID-19, a ilegalidade respondeu por 49% de todos os cigarros consumidos no Brasil, sendo que 38% foram contrabandeados principalmente do Paraguai e 11% foram produzidos no Brasil, por fabricantes classificados como devedores contumazes, que fazem do não pagamento de impostos o seu negócio. Com isso, 53,9 bilhões de cigarros ilegais inundaram as cidades brasileiras no último ano. A pesquisa foi divulgada pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO).
O cenário da pandemia mundial provocou uma alta inédita no dólar que elevou o preço do produto ilegal. Com a cotação da moeda norte-americana ultrapassando a marca de R$ 5, o custo médio do cigarro do crime passou de R$ 3,44, em 2019, para R$ 4,44, em 2020, aproximando, assim, o produto do crime do cigarro legal – que, no Brasil, tem o preço mínimo definido por lei no valor de R$ 5. Essa diminuição na diferença de preços provocou, pela primeira vez nos últimos dez anos, uma queda considerável no consumo do cigarro ilícito e consequente migração do consumidor para o cigarro legal, produzido nacionalmente, sob as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Segundo Edson Vismona, presidente do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO), os resultados do levantamento em 2020 mostram que é possível para o Brasil combater a ilegalidade no setor de cigarros, substituindo o ilícito pelo produto legal. “A pandemia alterou fatores econômicos que impactaram também o negócio do crime organizado. Isso mostra que se mexermos nas variáveis econômicas de modo a atacar de frente o produto ilegal, o mercado legal nacional tem toda a capacidade de assumir essa parcela, gerando emprego e arrecadação, sem resultar em aumento de consumo”, aponta Vismona.

IBM Brasil lidera ranking de melhores empresas LGBTQI+ para trabalhar

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A IBM Brasil conquistou o primeiro lugar no ranking Melhores Empresas para Trabalhar LGBTQI+ 2021 da consultoria global Great Place to Work (GPTW), que anualmente divulga listas com empresas de destaque em questões como cultura de confiança, alto desempenho e inovação.

O ranking LGBTQI+ leva em consideração critérios como a avaliação das práticas das empresas que responderam ao questionário da consultoria, além da avaliação dos funcionários em geral nas questões específicas sobre orientação sexual e de funcionários LGBTQI+.

A liderança da IBM no ranking é motivada, entre outros pontos, por seu forte histórico de ações de inclusão para funcionários LGBTQI+, feitas com grupos de afinidades, entre eles o grupo de LGBT+, que é formado por membros da comunidade e outros funcionários voluntários e aliados. Como exemplos destas iniciativas estão a criação de banheiros neutros na empresa, que podem usados por qualquer pessoa de qualquer gênero ou identidade de gênero; a concessão a casais homoafetivos dos mesmos benefícios oferecidos aos casais heterossexuais legalmente casados; e o programa de Assistência à Pessoa Trans.
O ranking Melhores Empresas para Trabalhar LGBTQI+ está em sua 3ª edição e neste ano foi realizado em parceria com a Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOLGBT).

Uniube Uberlândia realiza II Olimpíada de Raciocínio Lógico

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A atividade complementar foi realizada de maneira remota e consistiu em 10 questões objetivas de múltipla escolha para serem resolvidas em, no máximo, 40 minutos. Inclusive, todos os inscritos realizaram a avaliação no mesmo horário, determinado pela Universidade. O objetivo da competição é estimular nos estudantes um maior interesse por disciplinas quantitativas, tomadas de decisões lógicas e tarefas extracurriculares, proporcionar diferencial de conhecimento em provas e concursos, entre outros benefícios.
A Olimpíada de Raciocínio Lógico da Uniube contou com premiações. O primeiro lugar foi contemplado com 1 kit Uniube: 1 tablet (premiação ofertada pela empresa Start Química) e 1 fone de ouvido personalizado. O segundo e o terceiro lugar receberam 1 kit Uniube e créditos. Todos os participantes ganharam créditos para o PIAC (Programa Institucional de Atividades Complementares).
A estudante Paolla Tereza Santos conquistou o primeiro lugar e afirmou ter sido uma experiência maravilhosa. “É através de atividades como esta que desenvolvemos as habilidades de interpretação, organização de ideias e resolução de problemas, o que, de fato, é muito importante para o profissional e um diferencial no mercado, já que devemos estar preparados para qualquer situação. No meu ponto de vista, é de suma importância que a Universidade continue com eventos como este, porque, além de contribuírem para a vida cotidiana, nos incentivam a buscar mais conhecimento e aprimoram a interação com o corpo docente”, completou a aluna.

Operação “Grão em Grão” – 1.781 produtores rurais no Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas estão com pendências na Declaração de Imposto de Renda

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A Receita Federal inicia no dia 21 de junho a operação “Grão em Grão”, que oferece aos produtores rurais de Minas Gerais a oportunidade de regularizar a entrega da Declaração de Ajuste Anual de Imposto de Renda (DIRPF) e o recolhimento do imposto devido.
A iniciativa é parte do Programa de Conformidade, que incentiva a regularização espontânea das obrigações tributárias antes de uma ação de fiscalização.
A operação surgiu da análise das notas fiscais eletrônicas emitidas por pessoas jurídicas adquirentes de produtos decorrentes da exploração de atividade rural. Por meio do cruzamento dessas notas com dados contidos nos sistemas informatizados da Receita Federal, levantou-se a lista dos contribuintes que, desde 2017, deixaram de apresentar declarações de imposto de renda, mesmo tendo recebido receita tributável, ou apresentaram declarações sem informar as receitas decorrentes da atividade rural.
Entre as situações que obrigam a entrega da DIRPF está a atividade rural: todos os produtores que obtiveram receita bruta anual acima do limite estabelecido na legislação tributária estão obrigados a enviar a declaração e apurar o imposto. Desde 2017, esse limite é de R$ 142.798,50.
A Receita Federal em Minas Gerais analisou as atividades de mais de 80 mil contribuintes com indícios que apontam cerca de R$ 7 bilhões em receitas com atividades rurais não declaradas. A estimativa é a recuperação para os cofres públicos de R$ 250 milhões em impostos não recolhidos.
Nas regiões do Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas são 1.781 produtores rurais em situação irregular e mais de R$ 2,24 bilhões em receitas com atividades rurais não declaradas. Estima-se um valor de R$ 80,1 milhões em impostos não recolhidos.
Quantidade de contribuintes irregulares por área de unidade de atendimento da Receita Federal:
Araxá
123
Frutal
53
Ituiutaba
147
Patos de Minas
645
Patrocínio
155
Uberaba
223
Uberlândia
435
Total
1.781
Por que promover a autorregularização?
A regularização por meio do Programa de Conformidade traz uma série de ganhos para os contribuintes e para a Receita Federal (e, consequentemente, para o próprio país):
os contribuintes ficam em dia com suas obrigações tributárias e evitam penalidades como multa de ofício, que varia de 75% a 225% do imposto devido;
a Receita Federal efetiva a arrecadação e evita discussões administrativas e judiciais, com litígios que prejudicam o pagamento dos tributos;
as ações de conformidade aumentam a presença fiscal e a percepção de risco, na medida em que os contribuintes que não aderem são fiscalizados e autuados; e
ao mesmo tempo, o tipo de abordagem das ações de conformidade tributária e aduaneira melhora a relação entre fisco e contribuintes, com medidas colaborativas e transparentes e o incentivo àquele que quer ou está disposto a pagar.
Como regularizar as pendências?
A Receita Federal espera que os contribuintes regularizem sua situação espontaneamente, apresentando as declarações correspondentes aos anos em que não houve a entrega e a apuração do imposto, mesmo com a obrigatoriedade. Já os que entregaram a declaração, mas não tributaram o resultado da atividade rural exercida, poderão apresentar declaração retificadora com os devidos ajustes, evitando serem inseridos em programas de fiscalização, próximo passo da operação.
As ações adotadas serão verificadas eletronicamente, sem necessidade de comparecer em uma unidade da Receita Federal. Todas as informações necessárias para a regularização, incluindo download dos programas, orientações para pagamento, informações sobre atividade rural e o nosso Perguntas e Respostas estão disponíveis no site, no menu Meu Imposto de Renda: www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/meu-imposto-de-renda.
Consequências da não regularização
A não apresentação de declaração nas situações em que o contribuinte está obrigado acarretará a abertura de procedimento fiscal para apurar irregularidade, momento a partir do qual haverá a perda da espontaneidade e o lançamento de ofício do imposto devido, com incidência da multa de ofício.
Além disso, a ausência de entrega de declarações e de pagamento ou parcelamento do imposto poderá gerar pendências no CPF, impedindo a emissão de Certidão Negativa de Débitos, o que inviabiliza, por exemplo, o financiamento agrícola em bancos oficiais.
Regularizar as obrigações tributárias: um compromisso com a sociedade
Além de evitar penalidades como multa, ficar em dia com as obrigações tributárias tem um outro benefício central: contribuir para a coletividade. Afinal, são os impostos que viabilizam as políticas públicas, a infraestrutura do país e serviços como educação, saúde e segurança. A atividade rural, que possui um papel decisivo para a economia do país, tem também essa responsabilidade. E é para ela que o nome da operação aponta: Grão em Grão, lembrando o compromisso de cada um com a riqueza coletiva e que se torna maior quando é maior a capacidade tributária.
O Balanço do Agronegócio em Minas Gerais de 2020 demonstra que mesmo com o impacto da pandemia a atividade rural cresceu, com recorde na produção agropecuária. Nesse cenário, os impostos são ainda mais importantes para o país, ao viabilizar os serviços essenciais do Estado e programas de redistribuição de renda, incluindo os de segurança alimentar como o estabelecido pela Portaria 618/2021 do Ministério da Cidadania sobre distribuição de alimentos em situações de emergência ou calamidade pública.
A Receita Federal em Minas Gerais estima a omissão de 250 milhões de reais de imposto de renda por produtores rurais do Estado. Com esse valor seria possível comprar, por exemplo, mais de 452 mil cestas básicas para cidadãos e famílias vulneráveis.
Receita de Compromisso social: somos todos parte desta Receita.