Entre 2015 e 2018, a Cemig e o Governo de Minas Gerais investiram R$ 396 milhões na implantação de 19 subestações de energia em Minas Gerais. Entre as obras estão as subestações BH Centro 2 e BH Calafate, ambas localizadas em Belo Horizonte. Juntas, essas instalações aumentaram em 35% a capacidade do sistema elétrico da região, especialmente no hipercentro da capital.

No Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, as subestações Nova Ponte 2, Uberlândia 9 e Prata 1 foram concluídas. Outras três subestações – Lagoa Formosa 2, Campos Altos e Pedrinópolis – estão em construção e devem ser entregues nos próximos meses.

Além de aumentar a disponibilidade de cargas, as subestações tornam mais estável o fornecimento de energia elétrica. De acordo com o superintendente de Gestão de Ativos da Distribuição da Cemig, Danilo Gusmão, cada nova subestação reduz até dez vezes o risco de queda de energia.

“Essas obras tornam o sistema elétrico muito mais estável e seguro. Isso é percebido por toda a população, que recebe a energia com qualidade e de forma contínua, sem interrupções”, esclarece.

O superintendente esclarece, ainda, que as instalações contam com equipamentos que transformam o nível de tensão com alta confiabilidade, possibilitando a distribuição da energia pelos centros urbanos e zonas rurais. “Para se tornar adequada ao consumo, a energia passa por transformadores menores, instalados nos postes das ruas. Eles, então, reduzem a tensão para que a eletricidade possa ser entregue nas casas, indústrias e estabelecimentos comerciais”, explica.

Expansão contínua

Atualmente, Minas Gerais possui 395 subestações. Para os próximos cinco anos, a expectativa é que mais 50 instalações sejam inauguradas. “Essa projeção está no planejamento da Cemig, que investe ininterruptamente na expansão do sistema elétrico e na modernização das redes”, esclarece Danilo Gusmão.

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