Santa Vitória – Além da modalidade referência do esporte de Santa Vitória, o Handebol Masculino, o Secretário de Esportes e lazer de Santa Vitória, Moussa El Bayher Filho (Moises) em conversa com o Gazeta, destacou as ações de sua equipe na realização de eventos como a etapa microrregional dos Jogos Escolares de Minas Gerais, campeonatos municipais e organização do Passeio Ciclístico e do Campeonato Municipal de Futebol de Salão e a pretensão de investimentos nas demais modalidades.
A Secretaria aguarda o término da reforma de ampliação do Ginásio Pio Bonito, para implementar novas escolinhas de vôlei e judô, por exemplo. O Judô é um esporte que está se destacando, e promete bons frutos à cidade, apesar de não ser tão fomentado na região do pontal. Buscando Sensei de Araguari 4º dan (faixa preta) e treinador de vôlei de Ituiutaba, ambos com muita experiência, para evoluir as crianças nos projetos. Moisés, contou ainda que estão sendo preparados quimonos oficiais da prefeitura de Santa Vitória para competições da arte marcial.
A cidade se destaca no handebol, disputando campeonatos em toda a região e até brasileiro, o próximo desafio será a fase do JEMG em Uberaba a partir do dia 30/07
Aproveitou para convidar as crianças para as demais escolinhas e projetos desenvolvidos com idade entre 7 e 12 anos, que são totalmente gratuitas.
Com intuito de potencializar esporte, a administração está no caminho certo investindo nas crianças e jovens, pois através deles que nós vamos fazer um trabalho legal para retorno futuro, em novas modalidades, descobrindo grandes atletas.



“A Administração Municipal lançou a construção de 200 novas unidades habitacionais do Programa Minha Casa Minha Vida 3 – Faixa 1 – FAR – Residencial Jardim Europa – etapa I e II, por meio de financiamento com a Caixa Econômica. Estamos buscando novos conhecimentos, nesta capacitação, para atuar com excelência junto aos inscritos que poderão se beneficiar com a realidade da Casa Própria”.


A diretora também destacou a importância de eventos como este, que permite a interatividade entre pessoas que vivem a mesma situação e que, muitas vezes se sentem excluídas ou deixam de levar uma vida normal por medo de serem vítimas de preconceito. “Tivemos depoimentos emocionantes e motivadores. Pessoas que comprovaram que uma simples bolsa não impede ninguém de viver em sociedade, freqüentar lugares públicos e, principalmente, ser feliz”, concluiu Viviane Tostes.